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Oi! :B
Me chamo S. R. M.;
ainda nao tenho uma formação acadêmida concluída, porém, tenho exercido minha 'profissão' sem o diploma necessário.
tenho capacidade de saber atraves do olhar das pessoas o que elas pensam, sentem e sonham; por exemplo se tem facilidade com números e lógicas, ou então historia internacional, através de gestos se é uma pessoa de bom caráter; e em cada expressão, uma parte do seu passado.
o ser humano é muito instável, quando menos se espera ocorrem as mudanças de humor, as instabilidades de estima etc., isso pode acontecer por varios fatores como clima, relacionamentos interpessoais (amigos, namorado, conjuge, filhos, mãe, pai, irmãos e animais de estimação) trabalho, e o desgaste do dia-a-dia ou até por você
bjs
quarta-feira, 20 de maio de 2009
querer o impossivel é legal
domingo, 17 de maio de 2009
sábado, 9 de maio de 2009
sábado, 28 de março de 2009
sexta-feira, 6 de março de 2009
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009
meu feverêro.
nesse carnaval, vô me pintar de alegria;
deixa pra lá que o céu não é feito algodão;
que a lua não brilha por si só, que a vida é coisa quase em vão. não te deixo saber que o riso é boa saúde e memória fraca; que os sonhos são fumaça; que na real, nossa miséria preles, é diversão. vô esquecer as chamas da babilônia; sorria! paz! e eu vô cantando aquela marchinha alegre do mesmo rito que já passou, repetindo a felicidade que nunca foi deninguém. era minha contribuição para estragar seu dia, hoje.
Obrigada.
deixa pra lá que o céu não é feito algodão;
que a lua não brilha por si só, que a vida é coisa quase em vão. não te deixo saber que o riso é boa saúde e memória fraca; que os sonhos são fumaça; que na real, nossa miséria preles, é diversão. vô esquecer as chamas da babilônia; sorria! paz! e eu vô cantando aquela marchinha alegre do mesmo rito que já passou, repetindo a felicidade que nunca foi deninguém. era minha contribuição para estragar seu dia, hoje.
Obrigada.
terça-feira, 3 de fevereiro de 2009
te peço em casamento, se vc precisar.
mais uma vez; como numa curva.
só se encaixam no vão umas das outras, sem interesse pelo que nãocabe..
todominguénostalgia
guardando medos pra depois?
e vi passar lá adiante um andor. e carreguei o meu. e me pus sobre ele quando cansei.
e todos carregavam os seus, e punham nele medo e dor! não parece estranho pra você?
o meu ficou pesado, muito mais suportável que os demais, diria, no entanto.
escoando ... deixei escapar, lentamente.
aproveitar cada segundo [mas como é curvo, segundos não me importam]
remete à ciclicidade.
vi nos que caminhavam a sinceridade que não havia em mim,
entra ano, sai ano, eles caminham sempre ali.
fielmente amarrados, presos, tão livres! {e sobre mim os meus pecados..}
divaguei sobre os meios e os fins - do respeito queeu queria; da sua inaplicabilidade.
utopicamente, me disseram.
e falamos dos governos, das nostalgias, dos desejos.
e naquele olhar ingênuo encontrei só sonhos
[que a fumaça do meu realismo/ceticismo tampou]
não foi pilantra o suficiente aquele.
me diz da verdade, me diz, por favor.
o que vale realmente é vida ou Vida?
me é complexo colocar V em frente a I e ir assim formando uma espécie de tudo.
e contemplar sua magnificância mesmo em falta tãão solene de si mesma.
demim, desencontrada.
só sentada, vendo quem vence ganhar.
feliz com papel, que não rejeita palavra.
só se encaixam no vão umas das outras, sem interesse pelo que nãocabe..
todominguénostalgia
guardando medos pra depois?
e vi passar lá adiante um andor. e carreguei o meu. e me pus sobre ele quando cansei.
e todos carregavam os seus, e punham nele medo e dor! não parece estranho pra você?
o meu ficou pesado, muito mais suportável que os demais, diria, no entanto.
escoando ... deixei escapar, lentamente.
aproveitar cada segundo [mas como é curvo, segundos não me importam]
remete à ciclicidade.
vi nos que caminhavam a sinceridade que não havia em mim,
entra ano, sai ano, eles caminham sempre ali.
fielmente amarrados, presos, tão livres! {e sobre mim os meus pecados..}
divaguei sobre os meios e os fins - do respeito queeu queria; da sua inaplicabilidade.
utopicamente, me disseram.
e falamos dos governos, das nostalgias, dos desejos.
e naquele olhar ingênuo encontrei só sonhos
[que a fumaça do meu realismo/ceticismo tampou]
não foi pilantra o suficiente aquele.
me diz da verdade, me diz, por favor.
o que vale realmente é vida ou Vida?
me é complexo colocar V em frente a I e ir assim formando uma espécie de tudo.
e contemplar sua magnificância mesmo em falta tãão solene de si mesma.
demim, desencontrada.
só sentada, vendo quem vence ganhar.
feliz com papel, que não rejeita palavra.
sexta-feira, 23 de janeiro de 2009
Vivalavida
e por ter bons pais me tornei assim;
que se fossem ruins, então como seria?!
que se reúnam aqueles que me fazem bem
ao brinde desse ano já repleto de expetativas e de 'boassortes'...
'boasvindas' àquele que tem o nome derivado da Lua !
Luan.
domingo, 30 de novembro de 2008
sem.
a pesar o instrumento único de pensamento - vida - nos peguei [sim, nos!] num embate bem maior que o dos vocábulos que outrora, comigo, conflitavam; e me fiz saber [de um tudo que já sabia] do sentindo do não-sentidodavida.
{disconnection} - se sei? na mesma! sou feita inverdades, que continuamente se curam do in [diante do crédito/mérito que me é concedido], sou feito amor.
[se é que pode-se lembrar do QUE É amor!]
e trago na cachola um punhado de pensamentos, tão vazios quanto a decisão, diante de quem os provoca; há mais na vida que eu quero; há mais em vida que eu posso; ...água mole em pedra dura,
Íria? Paz!
domingo, 9 de novembro de 2008
supermanifestação de afeto-ê
e foi desde quando que uma palavra salva uma vida?se a posse qual me designa já vem de nascença, e tão imatura já lançava verbetes que às vezes nem sentido tinha para mim e os outros.
relapsa diante dessa permissão de expressão ampla; quando pronunciada é como se a própria atinge seu destino, e recua toda impregnada de sentidos e validade contraria.
De qual a serventia então né?
talvez esse abstracto, torna-se concreto para quem se põe disposto à aceitação.
É contínua nos pontos, quando toda resenha funcional tende à ser infinita.
aí dá zero saca?!
talvez esse abstracto, torna-se concreto para quem se põe disposto à aceitação.
É contínua nos pontos, quando toda resenha funcional tende à ser infinita.
aí dá zero saca?!
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