Só agora que me deparei com meus desacertos, ou melhor, com quem teve audácia de apontá-los.
Pra quem pensou um dia que faria as próprias regras, que viveria sem elas até quando quisesse.
Impertinentes ilusões!e doces... 
Até que as impropriedades das vida humana deixassem que cabeças semi-pensantes definissem por onde passariam, mas são ‘semi’- nunca se esqueçam - e a vida lhes pega peças daquelas que os pescoços se enforcam com a corda que lhe foi gentilmente oferecida sem maiores explicações ; e sem nem ao menor sinal de aviso declarado:
prepara; mira; atira; acerta.
Incoerente situação não?
Não!
Pior que não... os sinais vêm de todos os ângulos; quase ali frente a todos os olhos indiscretos e desconcentrados [essa é a palavra]...e eu ali,ali mesmo: vivendo minhas próprias regras :
_______________________prepara;
_____________________________mira;
_________________________________atira;
_____________________________________• • •
sexta-feira, 29 de agosto de 2008
alguém se apaixonou por eles
quarta-feira, 20 de agosto de 2008
domingo, 17 de agosto de 2008
...vai saber quem souber me salve!
que foi respondida concordante-mente em primeiradosingular foi o ultimo ato...
por enquanto !
Atrás o choro, um pouco antes a lembrança do que ainda não é passado
quanto mais lembrança recente,do presente ausente.
Se a sua insensibilidade soubesse, ou ousasse sair sobre as minhas aliterações - irônicas elas - , sem mais nem menos, o sofrer seria a sobra dos meus sentimentos sem intenções, a não ser as extintas; são as saudades!
Vai saber o que me deu quem sabe...
domingo, 10 de agosto de 2008
hydra.
A propósito da escuridão rompida: só mesmo espírito curioso a despirocar, alheio às voltas do ponteiro. Alienado; inerte. imerso em descoberta. sedento por registrá-la e a cada uma de suas singularidades; não pra se lembrar, menos ainda pra convencer, só quer brigar com os vocábulos. os vocábulos que insistem em discordar sempre e, não só entre si, mas também com a tal subtileza do ente.
sabe que a escuridão nunca dá dica [precisaria contar as horas], mas sem precisá-las acabou percebendo que ocorria por volta das 4 da manhã.
Mente teimosa que não a deixar dormir.
Espírito louco! ela só quer descansar.
E ainda conta! Sim! Sua mente conta.. quantifica, usa os números enquanto folga das palavras.
As noites insones: ela as odeia. As noites insones: ela as vive.
Se não fossem assim, no entanto, ela talvez não soubesse explicar cada uma daquelas situações que teima continuamente em entender. Diz que fica chato quando se desvenda os segredos, mas no fundo, não trocaria uma noite de descoberta por outro dia qualquer.
quinta-feira, 7 de agosto de 2008
Eu mudo,tu...?
Deixei pra lá as passadas águas, que como o antigo dito já me alertava, não movem moinhos!
Desapego-me de objetos que um dia quem sabe me serviriam, pra quê?Os antigos talvez não exercessem a função que minha precisão necessitaria,

Ou então - quem sabe - não traria em suas extremidades, curvas, retas, estrelas ou seiláoquês, o brilho que salta aos olhos com a sensação de missão cumprida.
As absurdas suposições habituais deixaram de ser habituais e tornaram-se, por si próprias absurdas. Agora, invertidos papéis, o que era um virou outro, e o outro não virou um... Virou descarte.
Pegue você as notas musicais que pelo ar se desprendem de cada canto e transforme você as mesmas em musica; aquela que representa o canto de redenção, e ajude-me a cantar a canção de liberdade! (Redemption Song)
Emancipem-se da escravidão mental;
Ninguém além de nós mesmos pode libertar nossa mente. (B. Marley)
quarta-feira, 30 de julho de 2008
do erro; ele existe!
aluando talvez, mas pensando ainda: se errar é humano, alguém que vive por regra não perdoar, deveria viver com os deuses..
abre aspas; repete sempre pra se lembrar. se erros são sempre erros, a diferença tá na quantidade de água que é jogada pra fora do lago. imagine amigo, uma pequena pedra, arremesse-a ao lago e se pergunte quanto espirrou fora.. imagine uma grande pedra agora, segure com esforço e jogue! vc deve estar todo molhado! fêcha aspas.
se cada erro espirra um pouco dágua, o perdão seca?! e se a gente nunca perdoa, fica encharcado?!
digo então que cada erro deixa uma mágoa, a desculpa cicatriza.. Deus! ferida aberta; melanoma virando amargura. triste fim de quem não perdoa. Melhor ter à flor da pele alegria de sandeu que refutar camarada arrependido.
mas se perdoar é divino, qual o lugar entre céu e terra pro triste doente? é feliz talvez, sabendo do engano em que vivem os outros todos?
no fim, enfim, pra quem se apaixonou pelas pessoas em toda e qq face; pra quem sabe da estranha capacidade de desarrumar as coisas do ser em si; e entende que a vida tira a gente do eixo.. ah! tanto faz! resta coragem é pra tal generalização.
sábado, 19 de julho de 2008
.raphaelwhitacker
Da dor: sobre a importância e o reflexo. Para ler em voz alta:
importância sempre foi determinada por aquela velha escala de valores... mas sem falar em ideal; digo da importância que damos a ela qndo sentimos... tãão contrastante com o valor que assume qndo é esquecida.
mas há dor que nunca passa. [acontece qndo a gente aprende a amar alguém de vdd.. chamam dor de saudade] e quando chega a hora do abraço, ah! a dor que devia ir embora, parece que insiste em doer ainda mais. Talvez pressinta, talvez já saibaa...
pra quê falar então dos planos que não se realizam e dos abraços e dos beijos e das conversas que ficaram só em promessa? aaah! se pudesse falar a dor Saudade.. diria que é feito sonho; ela diria que é feito sonho!
mesmo persistindo, não tira o brilho daquelas estrelas de papel.. é incapaz de substituir cada sorriso ou cada olhar. deixa um buraco: chamado buraco! mas se vc lê em voz alta, parece que a voz preenche. e vai embora... [mas o que é buraco, vive buraco.]
Solidão........... nada alivia meu amigo,
Mas amigo! Amigo é pra sempre.
terça-feira, 15 de julho de 2008
tá tá.
mas, me diz: o que fazer qndo a vida se habitua a relevar apenas o que parece bom?
vida irônica, eu já disse! às avessas ensinando que as verdades podem existir.[Deus! será que o segredo está na existência dessas coisas todas?]
se me falta, a vida há de me dar; se me falta.... esforçovãodequererentender
a vida segue, ela não se preocupa
existência. aprendizagem. sorte talvez. VIDA. quem dera eu não quisesse entender...
domingo, 29 de junho de 2008
o que fazer deles?
Quanto às indagações: você pode desistir da certeza e fechar os olhos, esperando que o tempo as leve embora; você pode conviver com elas e, isso fará com que se multipliquem; mas você pode olhar nos olhos e procurar as respostas.
Pode descomplicar e ouvir a música que toca ao invés do barulho dos freios; pode se lembrar sempre e, ainda assim, deixar o orgulho de lado [principalmente se a saudade for maior que ele]. Você pode olhar pro céu nublado e ter a certeza de que, na direção da árvore, tem uma estrela. Você pode jurar, e deverá cumprir. Você pode ser vida, sem deixar proutra vida.
Remete à tal pusilanimidade..
O benefício da dúvida está na verdade de que ela sempre acaba em certeza.







