domingo, 26 de outubro de 2008

cíclico.


qual mérito existe senão pelo parâmetro através do qual faz sentido conferí-lo?
desta mesma, a que divaga: é cíclica a verdadedavida.

juntando pontos, quem é que garante a qualidade-fieldade da reta?
se posso assim - posso, claro! desde que escolha corretamente o prisma davaliação - afirmar:
sofismas e paradigmas são digressões vãs a propósito da amortização da bezerra [ou de um outro galináceo qq]...

videmorte/verdadinverdade se fazem um, atentantando-se aos pensamentos anteriores..

mas que tudo é assim, o amigo já deve saber.
porque viver ensina a ciclicidade [aoiehoaeihoeai] da vida.

a própria e mesma que eu já não quero aprender - diante do entender que é iminente a tal vocábulo.

fico assim, na ínfima eminência de tal divagação;& medespeço daquilo que outrora eu deixei de acreditar.

quinta-feira, 25 de setembro de 2008

'que só pra mim, andam assim, as coisas consertadas.'


então tá! chega daslembranças e dasvidas que se vão;
parei coaquela coisa de querer tudo assim, enfim, ao contrário.
pra saber que saber é ruim, prefiroométododaignorância.
aquele de quem enfrenta a vida coméla é - ou como dizem por aí que ela se fez;
ao avesso, é tudo difícil: dá certo quando não dá.

que agora pra mim eu desejo tudo, mas não quero nada.
nenhuma canção, nem uma canção.

..e pára para além avistar, querer, navegar.

quando a gente se pega dumjeito que nuncacreditou; nuncacreditará.
vida. desconsertada. tão certa como ela só!
feliz eu, que tenho tristeza; que tenho fôlego; que tenhoabeleza..

e se você, amigo, pensa que é assim, que posso fazer eu?
tão mortal, tão real, tão imperfeito, tão vivo.

quinta-feira, 11 de setembro de 2008

Se eu tivesse a força que você pensa que eu tenho...


Fecha os olhos e sente...
A brisa que não sopra, e o cheiro do mar que não chega tão perto de mim
Sente a vontade?

Vontade do longe, vontade do sol... Anseio de não ver o cinza que invade, entra sem pedir ao brilho dos olhos.

Agora fecha, e tenta não sentir...
As horas escorrer pelas mãos, feito areia fina. Não queira em nenhum momento, que o mundo pare.
NÃO !Em hipótese nenhuma gritar.

Pra que correr pra onde tem um fim?
Se somos capaz de passar um bom tempo por aqui ainda, observa-a...
Só não a deixe ir embora sem o brio que lhe é merecido.

segunda-feira, 1 de setembro de 2008

assindético.

sim!e quem precisa de síndetos quando tem ironia? pra não falar desse pesar que me devora; sem saber dos Medos que comigo carrego, tem-me como coragem. Mas eu ainda os escrevo como se fossem nome próprio e o plural é somente guarida.
tempo engraçado...


[f5]


eu distribuo segredos;
eu ando sólivre;
eu penso;
eu até queria.



[f5]



até conhecer aquelas promessas. Jah! ..logo eu que abandonei a inocência
hora essa a do engano quando se faz luz: dói! dói! SÓ dói.. e não se vai..

tão pilantra que fere meu ceticismo

sexta-feira, 29 de agosto de 2008

alguém se apaixonou por eles

Só agora que me deparei com meus desacertos, ou melhor, com quem teve audácia de apontá-los.
Pra quem pensou um dia que faria as próprias regras, que viveria sem elas até quando quisesse.
Impertinentes ilusões!e doces...

Até que as impropriedades das vida humana deixassem que cabeças semi-pensantes definissem por onde passariam, mas são ‘semi’- nunca se esqueçam - e a vida lhes pega peças daquelas que os pescoços se enforcam com a corda que lhe foi gentilmente oferecida sem maiores explicações ; e sem nem ao menor sinal de aviso declarado:

prepara; mira; atira; acerta.

Incoerente situação não?
Não!
Pior que não... os sinais vêm de todos os ângulos; quase ali frente a todos os olhos indiscretos e desconcentrados [essa é a palavra]...e eu ali,ali mesmo: vivendo minhas próprias regras :
_______________________
prepara;
_____________________________mira;
_________________________________atira;
_____________________________________• • •

quarta-feira, 20 de agosto de 2008

o milagre que esperei

. não há de ser nada pois sei que a madrugada acaba quando a lua se põe;

domingo, 17 de agosto de 2008

...vai saber quem souber me salve!




e a frase que me dizia indiretamente,veio em terceiradosingular
que foi respondida concordante-mente em primeiradosingular foi o ultimo ato...
por enquanto !
Atrás o choro, um pouco antes a lembrança do que ainda não é passado
quanto mais lembrança recente,do presente ausente.

Se a sua insensibilidade soubesse, ou ousasse sair sobre as minhas aliterações - irônicas elas - , sem mais nem menos, o sofrer seria a sobra dos meus sentimentos sem intenções, a não ser as extintas; são as saudades!


Vai saber o que me deu quem sabe...

domingo, 10 de agosto de 2008

hydra.


Porque nãomedeixaempaz insanamente? Insana-mente, medeixaempaz!

A propósito da escuridão rompida: só mesmo espírito curioso a despirocar, alheio às voltas do ponteiro. Alienado; inerte. imerso em descoberta. sedento por registrá-la e a cada uma de suas singularidades; não pra se lembrar, menos ainda pra convencer, só quer brigar com os vocábulos. os vocábulos que insistem em discordar sempre e, não só entre si, mas também com a tal subtileza do ente.

sabe que a escuridão nunca dá dica [precisaria contar as horas], mas sem precisá-las acabou percebendo que ocorria por volta das 4 da manhã.
Mente teimosa que não a deixar dormir.
Espírito louco! ela só quer descansar.
E ainda conta! Sim! Sua mente conta.. quantifica, usa os números enquanto folga das palavras.

As noites insones: ela as odeia. As noites insones: ela as vive.
Se não fossem assim, no entanto, ela talvez não soubesse explicar cada uma daquelas situações que teima continuamente em entender. Diz que fica chato quando se desvenda os segredos, mas no fundo, não trocaria uma noite de descoberta por outro dia qualquer.

quinta-feira, 7 de agosto de 2008

Eu mudo,tu...?



Deixei pra lá as passadas águas, que como o antigo dito já me alertava, não movem moinhos!
Desapego-me de objetos que um dia quem sabe me serviriam, pra quê?Os antigos talvez não exercessem a função que minha precisão necessitaria,
Ou então - quem sabe - não traria em suas extremidades, curvas, retas, estrelas ou seiláoquês, o brilho que salta aos olhos com a sensação de missão cumprida.

As absurdas suposições habituais deixaram de ser habituais e tornaram-se, por si próprias absurdas. Agora, invertidos papéis, o que era um virou outro, e o outro não virou um... Virou descarte.

Pegue você as notas musicais que pelo ar se desprendem de cada canto e transforme você as mesmas em musica; aquela que representa o canto de redenção, e ajude-me a cantar a canção de liberdade! (Redemption Song)





Emancipem-se da escravidão mental;
Ninguém além de nós mesmos pode libertar nossa mente. (B. Marley)

quarta-feira, 30 de julho de 2008

do erro; ele existe!

aluando talvez, mas pensando ainda: se errar é humano, alguém que vive por regra não perdoar, deveria viver com os deuses..
abre aspas; repete sempre pra se lembrar. se erros são sempre erros, a diferença tá na quantidade de água que é jogada pra fora do lago. imagine amigo, uma pequena pedra, arremesse-a ao lago e se pergunte quanto espirrou fora.. imagine uma grande pedra agora, segure com esforço e jogue! vc deve estar todo molhado! fêcha aspas.
se cada erro espirra um pouco dágua, o perdão seca?! e se a gente nunca perdoa, fica encharcado?!

digo então que cada erro deixa uma mágoa, a desculpa cicatriza.. Deus! ferida aberta; melanoma virando amargura. triste fim de quem não perdoa. Melhor ter à flor da pele alegria de sandeu que refutar camarada arrependido.
mas se perdoar é divino, qual o lugar entre céu e terra pro triste doente? é feliz talvez, sabendo do engano em que vivem os outros todos?
no fim, enfim, pra quem se apaixonou pelas pessoas em toda e qq face; pra quem sabe da estranha capacidade de desarrumar as coisas do ser em si; e entende que a vida tira a gente do eixo.. ah! tanto faz! resta coragem é pra tal generalização.